Spabilados bicharecus animatorium – teatro hedonista

12May/12Off

parda no olimpo

parda no olimpo

olimpo bar, porto
11 de maio, 2012
fotografias de bruno miguel resende

Share
6May/12Off

elogios da embriaguez por leunam max

elogios da embriaguez por leunam max

desconstrução/construção sobre uma fotografia com o grupo spabilados teatro hedonista, capturada por marta ferreira durante a estreia da peça elogios da embriaguez.

por leunam max

Share
Filed under: imagéticas Comments Off
6May/12Off

Ambocacon pa la Luna Chena an Touro

Ambocaçon pa la Luna Chena an Touro
a partir de ls bigotes de Ártemis Gátara

a partir do azul, Janela que entreabre para que o corpo celeste penetre a Casa, invoco a cinta de la raposa* e a transparência, para entusiasmo do felis catus que ronrona sobre a Mãe.
o leite sorvido até que o corpo articule a marcha, a mobilidade independente do receptáculo vísivel, é a continuidade da seiva que se move emotivamente para o vagar das coisas – contemplações; para a pressa – exaltações da infância terrena que é a vida.
pequenos infantes da mesma ninhada em corpos e cores distintas, compõem a tela terrestre.
apesar da magnitude dos traços, dos movimentos subtis, do entusiasmo, da presa e do predador a que a sobre_vivência impulsiona, apesar disso e do teatro primordial, do paganismo ou das infecções existênciais, das lutas e das quietudes; do Cosmos, só se avista o azul da Janela. Aberta ou fechada, em correntes altas de Lua Cheia, serenidades celestes ao esplendor Solar, ou manto divino de Selene nas suas variações de humor, forma, em perspectiva telúrica ou da magia nocturna de Hécate, o azul é a cor dominante.

amamentar a preto e branco o Ser já nascido com bigodes, que recebe as ondas mais vibrantes da Natureza, é sorte ao colo da cegueira.
o pequeno felino nasce para não ver, para se não ver. higiene protectora da origem num ambiente atormentado pelo desnecessário. dorme por sistema de conservação de energia.

preto e branco sugere o binómio – dois nomes – Ártemis Gátara. ciosa de si para Si.
a cópula é dolorosa para as fêmeas, contudo atribui-lhes a autonomia da procriação. fecundam óvulos separados que se reflectem na pluricoloração dos filhos.
lamber é um ritual de limpeza. o prazer nasce da despoluição.
possa a humanidade lamber a mente, urinar nos campos sadios, ronronar o infinito de cada percepção derramar-se no sono como caudal lácteo da selva virgem. Rom.

Amar é criar Rama. Om Namo Rama Om.
é Estar habitado pelos deuses. as divindades exaltam-se entre Si.
subir ao telhado e uivar o cio é guerrear-Se.
o canto atrai as forças, abre canais de Energia Cósmica sobre a pelagem de Ártemis Gátara.
descarregar o cio a céu aberto para atingir a plenitude. Existir virado para dentro do ventre da Mãe.

a deusa Fastet dança a fertilidade em torno das searas da memória.
a Janela é um pedaço de floresta esculpida pelo homem.
Artemis Gátara presencia a Unidade de uma linhagem milenar.
co-habita miando a tolerância, minimizando o artefacto dos dias. no conforto circunscrito só a meditação viaja, descobre novos mundos.
desfazendo a meada, tudo habita nos olhos de um gato mas não se pode morar neles.
a Suspeita arranha e desnuda a veia da ousadia. ROm.

o que a alvura dos bigodes captam a partir da escultura Aberta, só a memória Cósmica lembrará na cadência das estrelas.
nesse altar do mundo em que felis Gátara ronrona redime-se a pequenez no cálice do olhar.
a humanidade formiga-se em torno do frasco de açucar.
o Sabor é um rio no palato divino, sagra-se no organismo dos Simples. na lembrança da imaginação de um pardal, mia o desejo evitado de o devorar sobre a pedra lavada. mia para o exterior a epifânia do seu corpo coberto de penas na dança erótica da grande vitória.
“Mio (tanta pena de ti)! ROm.”
“ó ai rom-rom
ó riu miu mui”
cuntinou la bielha tie ambalando l sou nino ambaixo la cápia de l sol.*

por fátima vale

Share
Filed under: escrivaninha Comments Off
6May/12Off

lesoes por leunam max

lesões incompatíveis com a vida por leunam max I

lesões incompatíveis com a vida por leunam max I

lesões incompatíveis com a vida por leunam max II

lesões incompatíveis com a vida por leunam max II - burning troy

lesões incompatíveis com a vida
"escrever com o próprio sangue é levar à letra a pulsão. confirmar o sumo é menos doloroso que oprimi-lo. é um grito."
fátima vale.
fotos originais da performance lesões incompatíveis com a vida da autoria de ana almeida santos
imagem de fundo I: o grito de edvard munch
imagem de fundo II: burning troy de pieter schoubroeck

por leunam max

Share
Filed under: imagéticas Comments Off
27Apr/12Off

lesoes no olimpo

lesões incompatíveis com a vida
olimpo bar, porto
20 de abril, 2012
fotografias de ana almeida santos

Share
25Apr/12Off

tumefacto

noites escorrem epilépticas nos cabelos do húmus
selváticas eclodidas das fendas de carne
engolem o eixo germinado de mundo

tumefacto é o facto de tu me fazeres

soçobram epidermes entre dedos de riste
quando se possui com o universo
o verso único enterra-se para cima

tumefacto é o facto de tu me fazeres

abóbadas agrestes desprendem plumas amarelas
para que a carne se coroe de alvura corrompida
tangida no gemido das salivas

tumefacto é o facto de tu me fazeres

olhos circundam a erectosfera ensalivada de lua
em busca da cegueira da ebulição primeva
a catalepsia desapercebida do rasante

tumefacto é o facto de tu me fazeres

desenho raízes que não se decifram
em fetos que se desconhecem
pela inutilidade emparedada das seivas labirinticas
envolvo-te fluída na minha rigidez

tumefacto é o facto de tu me fazeres

por bruno miguel resende

Share
Filed under: escrivaninha Comments Off
18Apr/12Off

l miu maior zeio

l miu maior zeio

sorrir-te cumo luç eiterna
de cada momiento pequerrico
ber la cumplicidade ne ls tous uolhos remendados de musgo
paisaiges crecentes que flutuan subre l sal de la bida
saber de la milene madurinha
çfechando nuobas rodeiras
bestida de flores
alegre cumo ls fruitos
colo de la metamorfose ambulante
perfumada
pul amor saltimbanco

cada angúrria de l tou cuorpo
será ua lhembrança i l camino para eilha
quiero-te bibir
quiero-la bibir
i deixar permanentes suspeitas al mundo
pula arte de tanto amar la Tierra

por fátima vale

Share
Filed under: escrivaninha Comments Off
18Apr/12Off

lesoes incompativeis no olimpo

lesões incompatíveis com a vida no olimpo

lesões incompatíveis com a vida no olimpo

Share
18Apr/12Off

bmr por leunam max

bmr por leunam max

bmr por leunam max

Colagem de leunam max, uma fotografia capturada por marta ferreira durante a estreia dos "elogios da embriaguez" pelos spabilados teatro hedonista, com um fundo montado de obras de salvador dali.

Share
Filed under: imagéticas Comments Off
15Apr/12Off

missa negra no olimpo

missa negra
olimpo bar, porto
sexta-feira 13 de abril, 2012
fotografias de ana almeida santos

Share